Marco Antonio de Carvalho Bonetti

Marco BonettiMarco Antonio de Carvalho Bonetti cursou na PUC de São Paulo graduação em Jornalismo, mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica. Ingressou no jornal Folha de S. Paulo em 1986. Trabalhou ali até 1989, quando foi para O Estado de S. Paulo como sub-editor do Caderno Agrícola até 1991. Foi tradutor da rádio Deutsche Welle em Colônia, na Alemanha. Trabalhou em diversas instituições de ensino superior e coordenou cursos de Comunicação Social. Atualmente dá aulas na Universidade Federal de Juiz de Fora, na Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro, além de atuar em cursos de pós-graduação em outras instituições.

Publicou em 2005 o livro Multimídia: uma janela de acesso ao céu dos signos de Mallarmé. Traduziu em 2012 o livro Cinema como Arte do alemão Rudolf Arnheim. Em 2014, vai publicar o livro Teoria Semiótica do Jornalismo, sua tese de doutoramento.

Quando foi coordenador do curso de Jornalismo do Centro Universitário Plínio Leite em Niterói, em 2009, produziu e veiculou no canal universitário dirigido pela Universidade Federal Fluminense quarenta programas de televisão abrangendo as áreas de telejornal, programa humorístico, programa feminino, esportivo, mesa redonda, programa acadêmico sobre literatura e cinema. Também dirigiu um jornal impresso experimental universitário que circulou durante dois anos com rigorosa periodicidade mensal e que era distribuído em bancas de jornal do município de Niterói.

Em 2014 ingressou com um projeto de pós-doutoramento no Programa Avançado de Cu
ltura Contemporânea da UFRJ com uma pesquisa sobre as lacunas de tradução no Brasil sob supervisão do professor do Ibict Marco André Schneider. Pouco afeito aos debates dos limites teóricos da área como uma circunferência política de inclusão ou exclusão de pensamentos, acha mais proveitoso o debate a respeito da impossibilidade de desenvolvimento pleno do espírito quando um país não conta ainda com traduções de obras completas de autores dos séculos XVIII (Immanuel Kant), XIX (Georg Hegel), XX (Theodor Adorno) e XXI (Jürgen Habermas).

Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792175P6

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